<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-24004037</id><updated>2011-04-21T16:58:41.714-07:00</updated><title type='text'>Engenharia Genética</title><subtitle type='html'>Este Blog destina-se a publicar algumas informações sobre o que é a Engenharia genética, e algumas das suas aplicações.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://engenharia-genetica12.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24004037/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://engenharia-genetica12.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Nuno Monteiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17129899933041474279</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>8</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24004037.post-114338013790916631</id><published>2006-03-24T05:34:00.000-08:00</published><updated>2006-03-26T05:35:37.920-08:00</updated><title type='text'>França: Produtores de cereais analisam produção de biocombustiveis…</title><content type='html'>As associações francesas de produtores de cereais, AGPB e AGPM, publicaram um artigo sobre a produção de biocombustíveis em França e sobre o trabalho sindical conduzido junto das organizações agrárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objectivo do trabalho destas associações é garantir que os benefícios do boom produtivo de biocombustíveis revertam em favor dos agricultores. Por isso, insistem que todos os incentivos à produção devem contemplar apenas o produto nacional, destacando-se a preocupação com a competitividade de países terceiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As associações cerealíferas referiram-se, especificamente, à taxa de incorporação obrigatória, que beneficia os produtores de biocombustíveis e exigiram que as importações de países terceiros não possam ultrapassar os sete por cento da produção comunitária, esclarece o Agrodigital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os agricultores, é imprescindível que se permita a incorporação directa de biocombustíveis nas gasolinas de baixa volatilidade, uma medida já anunciada pelo governo francês. Decorrem, actualmente, experiências-piloto neste âmbito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24004037-114338013790916631?l=engenharia-genetica12.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://engenharia-genetica12.blogspot.com/feeds/114338013790916631/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24004037&amp;postID=114338013790916631' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24004037/posts/default/114338013790916631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24004037/posts/default/114338013790916631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://engenharia-genetica12.blogspot.com/2006/03/frana-produtores-de-cereais-analisam.html' title='França: Produtores de cereais analisam produção de biocombustiveis…'/><author><name>Nuno Monteiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17129899933041474279</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24004037.post-114332067810468673</id><published>2006-03-20T17:56:00.000-08:00</published><updated>2006-03-25T13:04:38.106-08:00</updated><title type='text'>Cabras transgénicas produzem leite com propriedades terapeúticas...</title><content type='html'>Uma quinta, propriedade de um laboratório de investigação, situada em Massachusetts (EUA), &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1152/2486/1600/sem%20t??tulo.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1152/2486/320/sem%20t%3F%3Ftulo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;tem 57 cabras modificadas geneticamente produtoras de um leite que contém uma proteína natural humana que ajuda a prevenir a coagulação sanguínea.&lt;br /&gt;A partir desse leite produz-se um fármaco, que está em vias de ser aprovado pela Agência Europeia do Medicamento, na próxima semana.&lt;br /&gt;A diferença entre estas cabras e as outras é possuirem um fragmento extra de DNA entrelaçado no seu genoma.&lt;br /&gt;Trata-se de um gene humano que codifica a acção do anti-coagulante antitrombina (AT), uma proteína que ajuda aprevenir a formação de coágulos de sangue e que normalmente se extraí do plasma.&lt;br /&gt;O que permitiu garantir que o gene o gene só estivessse presente no leite e não em outra parte do organismo do animal.&lt;br /&gt;Este composto genético foi posteriormente injectado num óvulo fertelizado e quando se deu a fusão do esperma com o óvulo, o gene extra surgiu incorporado no genoma da cabra.&lt;br /&gt;O embrião foi implantado na cabra mãe, tendo nascido seis meses depois o rebanho fundador.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24004037-114332067810468673?l=engenharia-genetica12.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://engenharia-genetica12.blogspot.com/feeds/114332067810468673/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24004037&amp;postID=114332067810468673' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24004037/posts/default/114332067810468673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24004037/posts/default/114332067810468673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://engenharia-genetica12.blogspot.com/2006/03/cabras-transgnicas-produzem-leite-com.html' title='Cabras transgénicas produzem leite com propriedades terapeúticas...'/><author><name>Nuno Monteiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17129899933041474279</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24004037.post-114227980471926148</id><published>2006-03-13T11:51:00.000-08:00</published><updated>2006-03-24T16:53:14.816-08:00</updated><title type='text'>O que é a engenharia genética?</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;A Engenharia Genética é o termo usado para descrever algumas técnicas modernas em biologia molecular que vem revolucionado o antigo processo da biotecnologia. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;A Engenharia Genética permite que cientistas usem os organismos vivos &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1152/2486/1600/laboratorio2.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 150px; CURSOR: hand; HEIGHT: 103px" height="143" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1152/2486/320/laboratorio2.jpg" width="150" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;como matéria-prima para mudar as formas de vida já existentes e criar novas.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;A Biotecnologia envolve manipulaçao do processo biológico natural de microrganismos, plantas e animais. O homem tem feito uso da biotecnologia há centenas de anos, para fins como: a forma do pão, a cerveja e quejo por esxemplo. Entretanto, as técnicas modernas da biologia molecular, em particular a engenharia genética, têm apresentado novas possibilidades, principalmente a nível industrial.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;A Engenharia genética de uma maneira geral, envolve a manipulação dos genes e a consequente criação de inúmeras combinações entre genes de organismos diferentes. As primeiras experiências envolveram a manipulação do material genético em animais e plantas com a tranferência dos mesmoss para microrganismos, tais como, leveduras e bactérias, que crescem facilmente em grandes quantidades. Os produtos que primeiramente eram obtidos em pequenas quantidades originados de animais e plantas, hoje podem ser produzidos em grande escala através desses organismos recombinantes.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24004037-114227980471926148?l=engenharia-genetica12.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://engenharia-genetica12.blogspot.com/feeds/114227980471926148/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24004037&amp;postID=114227980471926148' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24004037/posts/default/114227980471926148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24004037/posts/default/114227980471926148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://engenharia-genetica12.blogspot.com/2006/03/o-que-engenharia-gentica.html' title='O que é a engenharia genética?'/><author><name>Nuno Monteiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17129899933041474279</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24004037.post-114331957725334579</id><published>2006-03-01T20:39:00.000-08:00</published><updated>2006-03-25T12:46:17.403-08:00</updated><title type='text'>Arroz trangênico pode evitar cegueira infantil...</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Uma nova variação de arroz dourado, geneticamente modificado, que contém até 20 vezes mais betacaroteno que as linhagens anteriormente criadas em laboratório por cientistas britânicos pode&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; combater a cegueira infantil em países em desenvolvim&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1152/2486/1600/rice175.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1152/2486/320/rice175.jpg" border="0" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;ento.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que, a cada ano, cerca de 500 mil crianças fiquem cegas por falta de vitamina A, resultado da síntese do betacaroteno no organismo.&lt;br /&gt;Há cerca de cinco anos foi criada em laboratório, na Suíça, a primeira linhagem de arroz dourado. A ideia foi recebida como uma «solução imediata» para a cegueira infantil, mas a variação original não produzia uma quantidade de betacaroteno suficiente para satisfazer as necessidades diárias de uma criança. Além disso, a polémica à volta dos alimentos geneticamente modificados tem vindo a impedir o cultivo experimental em campos da Ásia.&lt;br /&gt;A nova variedade foi desenvolvida em laboratórios da empresa de biotecnologia Syngenta, que agora está a oferecer o arroz gratuitamente para centros de estudo de países asiáticos. Caso consigam autorização dos governos, esses laboratórios poderão prosseguir com a plantação do novo arroz dourado.&lt;br /&gt;Mas nem todos os especialistas são unânimes e muitos não concordam que esse alimento seja a melhor resposta para a carência de vitamina A.&lt;br /&gt;Alguns engenheiros agrónomos e grupos de defesa do meio ambiente afirmam que uma melhor solução seria estabelecer uma dieta mais balanceada, fornecendo ao organismo betacaroteno vindo de fontes naturais, como legumes e frutas de cores amarela-escura ou verde-escura.&lt;br /&gt;De qualquer modo, o anúncio feito pelos britânicos é a primeira prova concreta de que a tecnologia dos alimentos geneticamente modificados pode resultar em cultivos que tenham como objectivo resolver o crescente problema da desnutrição nos países em desenvolvimento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24004037-114331957725334579?l=engenharia-genetica12.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://engenharia-genetica12.blogspot.com/feeds/114331957725334579/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24004037&amp;postID=114331957725334579' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24004037/posts/default/114331957725334579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24004037/posts/default/114331957725334579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://engenharia-genetica12.blogspot.com/2006/03/arroz-trangnico-pode-evitar-cegueira.html' title='Arroz trangênico pode evitar cegueira infantil...'/><author><name>Nuno Monteiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17129899933041474279</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24004037.post-114331463822845388</id><published>2006-02-24T05:19:00.000-08:00</published><updated>2006-03-25T11:28:22.803-08:00</updated><title type='text'>Segurança alimentar: entre a ciência, a política e o comércio (Publicação no Jornal " O Público")</title><content type='html'>Questões de cultura de segurança alimentar como a importância dada à rastreabilidade ou a liberdade de produção e comercialização dos OGM, ou mesmo o uso das hormonas de crescimento na criação de gado bovino, são temas sintomáticos das diferentes abordagens que opõem UE e EUA (e também o Canadá) no mercado internacional de alimentos.RastreabilidadeHerdado dos escândalos sucessivos no final da década de 1990, o sistema de rastreabilidade "do prado ao prato" é um dos principais feitos no sector a nível da União Europeia. De recomendação no Livro Branco de Segurança Alimentar, de 2000, nasceu em 2002 uma &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1152/2486/1600/trans01.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1152/2486/320/trans01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;nova regulamentação, que é obrigatória já a partir de 2005, para toda a cadeia alimentar. Este sistema permitiu a criação do “bilhete de identidade” da carne que nos habituámos a ver nos talhos e está intimamente ligado ao sistema de alerta rápido (RAPEX). Em Portugal há vários exemplos desse sistema de rastreabilidade em prática, a começar pelo Sistema Nacional de Identificação e Registo de Bovinos (SNIRB), ou os esquemas postos em prática por empresas da área da restauração como a McDonalds e a Ibersol.Contudo, nos EUA tal noção não é vista com bons olhos, pela mesma cultura que defende o livre empreendedorismo. Os casos de BSE ou de febre aftosa no passado criaram situações que tornaram visível como há carregamentos que chegam aos EUA e cujo rasto é simplesmente perdido. Em plena crise das “vacas loucas” na Europa, e depois do embargo aos produtos bovinos europeus, 30 carregamentos de subprodutos proibidos entraram nos EUA. Ninguém sabe o que lhes aconteceu, o que evidenciou a necessidade de um sistema de rastreabilidade para lidar com casos perigosos. Mais tarde, a indústria e o Senado, quando confrontados em audiências públicas com a necessidade de aumentar a rastreabilidade e a vigilância do sistema de segurança alimentar após os casos de antraz e potenciais ameaças de bioterrorismo no pós-11 de Setembro, preferiram não revelar as eventuais fraquezas do sistema aos terroristas (e aos cidadãos em geral) e reforçaram códigos de conduta no que respeita às instalações envolvidas no manuseamento de alimentos. A FDA e o USDA emitiram recomendações não vinculativas. A indústria, através da associação de várias entidades representativas das principais áreas do sector, mostraram o seu desagrado perante o que poderia ser uma “expansão do poder federal”, que lhe permitiria inspeccionar os seus registos ou recolher produtos suspeitos.OGM O que é um organismo geneticamente modificado (OGM), ou transgénico? A Organização Mundial de Saúde (OMS) define um OGM como qualquer organismo que foi sujeito a uma alteração artificial da seu património genético. Um exemplo de um alimento geneticamente modificado pode ser um vegetal que tenha no seu novo património genético um gene que lhe permite resistir a um determinado herbicida, usado naquela cultura para eliminar ervas daninhas mas que afecta o desenvolvimento das plantas cultivadas. Se a planta comestível for invulnerável ao pesticida, os agricultores já podem pulverizar todo um campo sem receio de matar as culturas (em vez de o fazer planta a planta), o que reduz os custos destes tratamentos. Os genes introduzidos de fresco num organismo podem vir de plantas ou animais, mas a passagem de um gene de uma planta para um animal e vice-versa são, em si, um sub-campo de debate na discussão sobre a validade e segurança dos OGM. Não há registo de qualquer caso, na óptica do consumidor, de uma doença provocada pelo consumo de um transgénico. Mas o que os detractores destes alimentos – quer para animais, quer para os humanos – avisam é que as consequências destas alterações só poderão ser visíveis dentro de anos. As certezas absolutas sobre se há riscos na agricultura (que a miscigenação entre plantas torne as ervas daninhas também resistentes aos herbicidas, por exemplo) ou para a saúde humana (a dúvida sobre se um fruto que contém um gene de amendoim, com o fim de assegurar a sua durabilidade, pode causar reacções alérgicas a médio-prazo a alguém alérgico a frutos secos ou se as novas moléculas vão aumentar o número de indivíduos com alergias alimentares) estão ainda por estabelecer.A polémica em torno dos organismos geneticamente modificados é um dos pontos de cisão entre os dois grandes sistemas. Movida por regulamentos mais permissivos e sustentada pela livre iniciativa, a política norte-americana é pró-OGM na perspectiva da liberdade mercantil e de incentivo ao empreendedorismo. A questão é encarada na Europa como um problema de segurança alimentar. Saber se os OGM são ou não seguros é ainda uma pergunta sem resposta definitiva. No segundo semestre de 2002, o relatório da Academia Nacional de Ciências norte-americana não levantou o véu sobre as dúvidas. "Não há provas de que sejam nocivos, mas também é impossível afirmar que não há riscos", concluiu-se. Mesmo a OMS, que trabalha juntamente com a FAO nesta área, pode apenas fornecer recomendações: “a segurança de alimentos derivados de biotecnologia tem de ser cuidadosamente avaliada. Para fornecer a base científica para decisões em prol da saúde humana, têm de ser desenvolvidos novos métodos e políticas para avaliar tais alimentos, com a concordância internacional. A avaliação deve ter em consideração não só os benefícios para a saúde, mas também as possíveis implicações negativas”.Até Julho de 2003, os alimentos OGM ou com OGM estavam proibidos no espaço comunitário, sobretudo devido à resistência dos consumidores e à falta de elementos conclusivos a nível científico sobre os efeitos futuros da utilização de alimentos e culturas manipulados. Hoje, a UE opta por dar a escolha aos consumidores através da “escolha informada”, pela obrigatoriedade da identificação de ingredientes transgénicos nos rótulos dos produtos que os contenham.No palco do comércio internacional, vigorou uma moratória informal imposta por alguns países europeus que fecharam as suas portas à importação de OGM, o que gerou uma queixa dos EUA à Organização Mundial do Comércio (OMC) sob o argumento de que a preocupação dos europeus constituía um entrave ao comércio. Não se pense, contudo, que a Europa fecha as portas aos transgénicos. Bruxelas já autorizou mais de uma dezena de produtos transgénicos. As mais recentes decisões comunitárias sobre os OGM determinaram que todos os Estados-membros têm de obedecer a um procedimento único para requisitar autorização de comercialização de toda a comida para consumo humano e rações animais que contenham OGM, bem como para a utilização de transgénicos como alimentos ou rações. Essa autorização passa pela autoridade nacional de cada país e é transmitida à Agência Europeia de Segurança Alimentar, que agirá de acordo com uma avaliação científica do produto. O poder de optar está nas mãos dos consumidores que, ao pegar num alimento que contenha transgénicos, são informados através do rótulo da embalagem. Isto implica também que os produtos alimentares importados que contenham ou sejam OGM terão de ser claramente identificados como tal, o que entra em choque com a política americana, onde a utilização de transgénicos é menos problematizada. Nos EUA, a menção no rótulo de que se trata de “Frankenfood” (comida Frankenstein), como lhe chamam os detractores americanos dos transgénicos, não é obrigatória. Por outro lado, o mesmo produto pode não conter OGM se for adquirido na Europa, mas ter um elemento transgénico não identificado (como o acúçar) se for comprado num supermercado do Canadá ou EUA.Na óptica do produtor, a Comissão Europeia aprovou em Setembro de 2004, pela primeira vez, o registo de 17 variedades de milho transgénico no Catálogo Europeu de Variedades (lista de todas as plantas agrícolas que podem ser cultivadas em solo europeu). O comissário europeu para a Defesa dos Consumidores chegou a admitir que qualquer Estado-membro poderia impedir a comercialização de transgénicos, mas Portugal já transpôs a directiva e adoptou um regulamento que permite a plantação de milho geneticamente modificado.Espanha, por exemplo, já cultiva milho transgénico, que é usado essencialmente na alimentação do gado. E apesar de a rotulagem de OGM ser obrigatória para os produtos de consumo humano, não está prevista a adopção de qualquer medida que obrigue a rotular a carne de animais que sejam alimentados com transgénicos.A única alteração prevista é que as rações produzidas a partir de OGM passem a ser rotuladas como tal, ficando de fora desta etiquetagem os alimentos produzidos a partir de animais alimentados com rações geneticamente modificadas.A questão dos OGM traduz outra diferença fundamental entre europeus e americanos, que reside no facto de a UE colocar o ónus da prova nos produtores, apostando na prevenção e avaliação de risco, enquanto que os EUA esperam para ver, em muito devido a uma mentalidade de livre empreendedorismo que rejeita veementemente, apelando mesmo a valores constitucionais, a intervenção do Estado (ver "Precaução na Europa, esperar para ver na América").As hormonas de crescimentoA OMC foi palco de um diferendo semelhante ao que envolveu UE e EUA no caso dos transgénicos, mas desta vez com o uso de hormonas de crescimento no gado como pomo da discórdia. As hormonas (anabolizantes), mas também os beta-agonistas (que servem como agentes de repartição de gorduras) e os antibióticos são utilizadas para acelerar o crescimento dos animais na pecuária intensiva. As hormonas e os beta-agonistas são administrados com maior frequência em bovinos, porque têm um crescimento mais lento, mas também são administrados nos suínos.Na União Europeia, estas substâncias podem ser apenas aplicadas com fim terapêutico e não com o objectivo de aumentar a massa muscular do animal, apesar de ser complexo avaliar na realidade se tal é de facto cumprido. As hormonas estão proibidas no espaço comunitário desde 1988. Os produtores americanos utilizam livremente esses fármacos no gado, leiteiro e para consumo de carne, o que levou a UE a embargar produtos bovinos norte-americanos que caíssem nesta categoria. Os EUA queixaram-se à OMC e a Comissão Europeia, na sua defesa, provou com recurso a estudos científicos o potencial cancerígeno e genotóxico das hormonas, concedendo no entanto que ainda há dúvidas quanto ao perigo real dos resíduos da substância encontrados na carne para o consumidor. Perante estes dados, a OMC considerou os Estados europeus culpados de impor “barreiras injustificadas” ao comércio.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24004037-114331463822845388?l=engenharia-genetica12.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://engenharia-genetica12.blogspot.com/feeds/114331463822845388/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24004037&amp;postID=114331463822845388' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24004037/posts/default/114331463822845388'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24004037/posts/default/114331463822845388'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://engenharia-genetica12.blogspot.com/2006/02/segurana-alimentar-entre-cincia.html' title='Segurança alimentar: entre a ciência, a política e o comércio (Publicação no Jornal &quot; O Público&quot;)'/><author><name>Nuno Monteiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17129899933041474279</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24004037.post-114331283706893472</id><published>2006-02-13T06:12:00.000-08:00</published><updated>2006-03-25T10:56:01.090-08:00</updated><title type='text'>O que são organismos geneticamente modificados?</title><content type='html'>Os organismos geneticamente modificados (OGM) ou transgénicos são seres vivos em que o seu &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1152/2486/1600/transg73.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1152/2486/320/transg73.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;material genético (DNA) é alterado através da transgénese, isto é, através da transferência artificial de genes que possuam determinadas características, provenientes de uma espécie não relacionada (de bactérias, vírus, plantas ou animais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A modificação genética ocorre espontaneamente na natureza sob várias formas. A transgénese difere dessas formas pelo facto de introduzir genes de uns organismos noutros, o que provavelmente nunca aconteceria espontaneamente na natureza (excepto nos casos de transferência horizontal entre bactérias).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alimentos Transgénicos são alimentos cuja semente foi modificada em laboratório. Essa semente é modificada para que as plantas possam resistir às pragas de insectos e a grandes quantidades de pesticida.&lt;br /&gt;Esses alimentos podem causar riscos ambientais, nomeadamente o aparecimento de ervas daninhas resistentes a herbicidas; a poluição dos terrenos e lençóis de água com agro-tóxicos; a perda da fertilidade natural dos solos e da biodiversidade.&lt;br /&gt;Os alimentos Transgénicos também podem ter consequências negativas para a saúde, pois existem estudos que revelam que algumas variedades de alimentos Transgénicos ”podem” prejudicar gravemente o tratamento de algumas doenças, tanto nos homens como nos animais. Isto acontece porque algumas culturas de alimentos Transgénicos contêm genes que resistem aos antibióticos.&lt;br /&gt;Por isso, não devemos consumí-los enquanto não houver estudos que demonstrem se os alimentos Transgénicos fazem bem ou mal à saúde e devemos evitá-los como medida de precaução.&lt;br /&gt;Enquanto as empresas não garantirem a segurança e a qualidade relativamente a estes alimentos, devemos evitar a sua compra e o seu consumo. Assim, se não consumirmos alimentos Transgénicos, evitamos que eles sejam plantados e protegemos o meio-ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior parte dos transgénicos cultivados actualmente são resistentes a herbicidas (73%), isto é, o produto para o qual o OGM é resistente pode ser pulverizado à vontade, sobre a exploração, que todas as plantas morrerão, excepto a cultura transgénica, de acordo com as empresas biotecnológicas. A empresa que desenvolveu e vende a semente transgénica é a mesma que produz e vende o herbicida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24004037-114331283706893472?l=engenharia-genetica12.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://engenharia-genetica12.blogspot.com/feeds/114331283706893472/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24004037&amp;postID=114331283706893472' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24004037/posts/default/114331283706893472'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24004037/posts/default/114331283706893472'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://engenharia-genetica12.blogspot.com/2006/02/o-que-so-organismos-geneticamente.html' title='O que são organismos geneticamente modificados?'/><author><name>Nuno Monteiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17129899933041474279</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24004037.post-114331138366246249</id><published>2006-02-13T05:16:00.000-08:00</published><updated>2006-03-25T10:29:44.840-08:00</updated><title type='text'>Plantas...</title><content type='html'>A introdução nas plantas um gene conferindo resistência a determinado herbicida, permite que, quando se espalha o herbicida, se extermine apenas a vegetação nociv&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1152/2486/1600/biotecnologia_empresario.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1152/2486/320/biotecnologia_empresario.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;a e não a portadora do gene resistente.&lt;br /&gt;Podem criar-se plantas mais resistentes a certos tipos de insectos, introduzindo-lhes o gene de uma bactéria que produz uma proteína (protoxina) que em condições normais é inócua, mas uma vez digerida pelo insecto transforma-se num veneno mortal.A fixação do azoto necessária para o crescimento das plantas é aumentada por certas bactérias (Rhizobium) presentes nas raízes de leguminosas, capazes de fixar o azoto do ar. Espera-se que se incorpore, no genoma das plantas que têm necessidade de adubos azotados para o seu crescimento, os genes que lhes permitam fixar o azoto. Se estas experiências tiverem sucesso, a adição de adubos tornar-se-á desnecessário sendo este um grande contributo para a ecologia e para os problemas da fome (os custos da agricultura decrescerão significativamente, e a produção aumentará).&lt;br /&gt;O melhoramento genético das plantas permite-lhes adicionar características nutricionais, que de outra forma não seriam produzidas pela natureza.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24004037-114331138366246249?l=engenharia-genetica12.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://engenharia-genetica12.blogspot.com/feeds/114331138366246249/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24004037&amp;postID=114331138366246249' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24004037/posts/default/114331138366246249'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24004037/posts/default/114331138366246249'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://engenharia-genetica12.blogspot.com/2006/02/plantas.html' title='Plantas...'/><author><name>Nuno Monteiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17129899933041474279</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24004037.post-114331011805201613</id><published>2006-01-28T09:52:00.000-08:00</published><updated>2006-03-25T10:15:38.310-08:00</updated><title type='text'>Engenharia genética e os animais...</title><content type='html'>&lt;a name="Animais"&gt;Animais&lt;/a&gt;Sabe-se que os animais de espécies diferentes não se pode&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1152/2486/1600/pag18_foto1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1152/2486/320/pag18_foto1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;m cruzar, mas existem excepções. A fecundação artificial rodeou este obstáculo, construindo puzzles zoológicos que agrupam num só corpo os traços de espécies diferentes. A técnica embryo transfer permitiu, por exemplo, a junção dos óvulos fecundados de uma cabra e uma ovelha, combinando-os entre si. O embrião daí resultante foi transferido para o útero de uma ovelha que levou a gravidez até ao fim, tendo um filho quimera.Esta técnica permitiu também a exploração comercial de óvulos e esperma de animais de raça, os óvulos depois de fecundados in vitro são congelados e vendidos para todo o mundo onde são implantados em vacas comuns que farão progredir a gravidez. O público indirectamente e os produtores pressionam os biólogos, querem novos modelos de animais, mais férteis, maiores, com carnes mais refinadas. Querem incrementar a produção de raças exóticas como o novilho charolês ou a ovelha angora. E assim nascem as galinhas resistentes a doenças, os superporcos ou os coelhos com genéticas especiais.&lt;br /&gt;Nem sempre as experiências são bem sucedidas ou bem fundamentadas e as imagens de animais transgénicos monstruosos, tornam-se do conhecimento público, alarmando-o.&lt;br /&gt;Mas estas técnicas para além dos benefícios provados têm outras potencialidades: animais em vias de extinção, como o tigre da Sibéria ou o panda, podem perpetuar-se no útero emprestado de outra espécie, que não rejeite o embrião.Os animais trangénicos também são úteis para que se compreenda como é que os genes funcionam no organismo, sendo estas informações fundamentais para a compreensão da dinâmica de certas doenças como o cancro ou a SIDA.&lt;br /&gt;Algumas aplicações da tecnologia de recombinaçao genetica na pecuária:&lt;br /&gt;. Animais e plantas resistentes a doenças&lt;br /&gt;. Aumento do valor nutricional de animais e plantas&lt;br /&gt;. Plantas resistentes a pragas&lt;br /&gt;.Produção de espécies raras&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24004037-114331011805201613?l=engenharia-genetica12.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://engenharia-genetica12.blogspot.com/feeds/114331011805201613/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24004037&amp;postID=114331011805201613' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24004037/posts/default/114331011805201613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24004037/posts/default/114331011805201613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://engenharia-genetica12.blogspot.com/2006/01/engenharia-gentica-e-os-animais.html' title='Engenharia genética e os animais...'/><author><name>Nuno Monteiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17129899933041474279</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
